Esse blog traz textos perfeitos que nos tocam a mente e o coração! Traz também letras de músicas bonitas e interessantes, fotos de lugares que eu já conheci e que ainda quero conhecer, notícias interessantes e algumas dicas de filmes.
quarta-feira, 23 de julho de 2014
sábado, 29 de março de 2014
FRASE DO DIA
"A bondade não se consiste nas atitudes tomadas, mas sim na intenção em que se têm essas atitudes".
Autor: Derland Resende
Autor: Derland Resende
50 RECEITAS
Eu respiro tentando
Encher os pulmões de vida
Mas ainda é dificil
Deixar qualquer luz entrar...
Ainda sinto por dentro
Toda dôr dessa ferida
Mas o pior é pensar
Que isso um dia
Vai cicatrizar...
Eu queria manter
Cada corte em carne viva
A minha dôr
Em eterna exposição
E sair nos jornais
E na televisão
Só prá te enlouquecer
Até você me pedir perdão...
Eu já ouvi 50 receitas
Prá te esquecer
Que só me lembram
Que nada vai resolver
Porque tudo
Tudo me traz você
E eu já não tenho
Prá onde correr...
O que me dá raiva
Não é que você fez de errado
Nem seus muitos defeitos
Nem você ter me deixado
Nem seu jeito fútil
De falar da vida alheia
Nem o que eu não vivi
Aprisionado em sua têia...
O que me dá raiva
São as flôres
E os dias de sol
São os seus beijos
E o que eu tinha
Sonhado prá nós...
São seus olhos e mãos
E seu abraço protetor
É o que vai me faltar
O que fazer do meu amor?...
Eu já ouvi 50 receitas
Prá te esquecer
Que só me lembram
Que nada vai resolver
Porque tudo
Tudo me traz você
E eu já não tenho
Prá onde correr...
Encher os pulmões de vida
Mas ainda é dificil
Deixar qualquer luz entrar...
Ainda sinto por dentro
Toda dôr dessa ferida
Mas o pior é pensar
Que isso um dia
Vai cicatrizar...
Eu queria manter
Cada corte em carne viva
A minha dôr
Em eterna exposição
E sair nos jornais
E na televisão
Só prá te enlouquecer
Até você me pedir perdão...
Eu já ouvi 50 receitas
Prá te esquecer
Que só me lembram
Que nada vai resolver
Porque tudo
Tudo me traz você
E eu já não tenho
Prá onde correr...
O que me dá raiva
Não é que você fez de errado
Nem seus muitos defeitos
Nem você ter me deixado
Nem seu jeito fútil
De falar da vida alheia
Nem o que eu não vivi
Aprisionado em sua têia...
O que me dá raiva
São as flôres
E os dias de sol
São os seus beijos
E o que eu tinha
Sonhado prá nós...
São seus olhos e mãos
E seu abraço protetor
É o que vai me faltar
O que fazer do meu amor?...
Eu já ouvi 50 receitas
Prá te esquecer
Que só me lembram
Que nada vai resolver
Porque tudo
Tudo me traz você
E eu já não tenho
Prá onde correr...
“Eu nunca gostei da matemática, das contas. Contas são exatas e os números se bastam por si só. Não há dúvidas, não há erro. O que é certo é certo, o que não está certo, é errado. A matemática e suas exatidões me cansam. Eu prefiro o mistério das letras, a incerteza das palavras e a beleza das poesias. Palavras não se somam, se completam.”
quinta-feira, 20 de março de 2014
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Geralmente, quando uma pessoa exclama Estou tão feliz!, é porque engatou um novo amor, conseguiu uma promoção, ganhou uma bolsa de estudos, perdeu os quilos que precisava ou algo do tipo. Há sempre um porquê. Eu costumo torcer para que essa felicidade dure um bom tempo, mas sei que as novidades envelhecem e que não é seguro se sentir feliz apenas por atingimento de metas. Muito melhor é ser feliz por nada.
Digamos: feliz porque maio recém começou e temos longos oito meses para fazer de 2010 um ano memorável. Feliz por estar com as dívidas pagas. Feliz porque alguém o elogiou. Feliz porque existe uma perspectiva de viagem daqui a alguns meses. Feliz porque você não magoou ninguém hoje. Feliz porque daqui a pouco será hora de dormir e não há lugar no mundo mais acolhedor do que sua cama.
Esquece. Mesmo sendo motivos prosaicos, isso ainda é ser feliz por muito.
Feliz por nada, nada mesmo?
Talvez passe pela total despreocupação com essa busca. Essa tal de felicidade inferniza. “Faça isso, faça aquilo”. A troco? Quem garante que todos chegam lá pelo mesmo caminho?
Particularmente, gosto de quem tem compromisso com a alegria, que procura relativizar as chatices diárias e se concentrar no que importa pra valer, e assim alivia o seu cotidiano e não atormenta o dos outros. Mas não estando alegre, é possível ser feliz também. Não estando “realizado”, também. Estando triste, felicíssimo igual. Porque felicidade é calma. Consciência. É ter talento para aturar o inevitável, é tirar algum proveito do imprevisto, é ficar debochadamente assombrado consigo próprio: como é que eu me meti nessa, como é que foi acontecer comigo? Pois é, são os efeitos colaterais de se estar vivo.
Benditos os que conseguem se deixar em paz. Os que não se cobram por não terem cumprido suas resoluções, que não se culpam por terem falhado, não se torturam por terem sido contraditórios, não se punem por não terem sido perfeitos. Apenas fazem o melhor que podem.
Se é para ser mestre em alguma coisa, então que sejamos mestres em nos libertar da patrulha do pensamento. De querer se adequar à sociedade e ao mesmo tempo ser livre. Adequação e liberdade simultaneamente? É uma senhora ambição. Demanda a energia de uma usina. Para que se consumir tanto?
A vida não é um questionário de Proust. Você não precisa ter que responder ao mundo quais são suas qualidades, sua cor preferida, seu prato favorito, que bicho seria. Que mania de se autoconhecer. Chega de se autoconhecer. Você é o que é, um imperfeito bem-intencionado e que muda de opinião sem a menor culpa.
Ser feliz por nada talvez seja isso.
Martha Medeiros
"Em vez de tentar escapar de certas lembranças, o melhor é mergulhar nelas e voltar à tona com menos desespero e mais sabedoria. Todos temos nossas dores de estimação. O que nos diferencia uns dos outros é a capacidade de conviver amigavelmente com elas."
- Martha Medeiros-
- Martha Medeiros-
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Quando se precisa de carinho?
"Eu digo que sempre estamos precisando de carinho, e nunca é demais, até por que carinho é um remédio que cura doenças e tranquiliza o espírito. O mais incrível é que as pessoas confundem com outros interesses.
A carência de carinho é enorme, e não escolhe pessoas nem idades. Estamos cada vez mais precisando de um afago. Às vezes recusamos o carinho por que confundimos o verdadeiro amor altruísta com o amor-desejo, o amor-paixão, que não tem nada a ver com o amor-carinho.
Estamos vivendo num momento em que o carinho é a vacina necessária para eliminar terríveis doenças como a solidão, a falta de atenção e a depressão. Porém, as pessoas esquecem que esse tipo de carência não está relacionada apenas em receber, mas em dar carinho também. Quem tem a prática de dar não reclama a sua falta.
Neste mundo carente, fica em nosso íntimo um grande espaço vazio. Uma voz interna grita em nossos corações e vem ecoando, fazendo doer na alma. E tudo o que realmente nos faria sentir melhor seria “apenas” um pouco de carinho. A carência é tão grande, a sensação de solidão é tão forte, que mesmo rodeado de pessoas estamos sós, sempre a procura de uma remota possibilidade de conseguir um pouco de aconchego.
Na verdade, a humanidade, como um todo, está desesperadamente em busca de afeto, de atenção, de carinho. A juventude de hoje, que vive numa agitação desenfreada, esquece da importância que tem um momento de carinho na vida de uma pessoa. Ela não sabe o significado do amor altruísta.
Ainda me lembro do colo das minhas falecidas avós, onde eu deitava para receber um simples cafuné. Que tal um abraço que encosta os dois corações, de uma simples e suave passagem de mãos no rosto, do desejo de ver o próximo feliz. Quando tocamos alguém, carinhosamente, estamos despertando suas células para combater qualquer doença. Um gesto de carinho é simplesmente uma doação. Doamos alento, esperança, humildade, compaixão e amor altruísta.
Quem sabe você não seja a solução. Portanto, se quer transformar a sua vida e ter uma aura admirada e cheia de luz, torne-se o próprio amor, o próprio carinho, a própria carícia. Viva em função da capacidade de dar carinho e surpreenda-se com o resultado. Se o seu gesto for sincero, nunca será rejeitado.
Sugiro que, a partir de hoje, você comece a se tornar uma pessoa carinhosa no jeito de falar, no jeito de ouvir, no jeito de chegar e de sair. Procure falar somente coisas que gostaria de ouvir, ou falar da maneira que gostaria que falassem com você. É certo que muitos vão achar estranho, pois podem não estar acostumados a serem tratados com atenção e respeito, mas logo se renderão, também carinhosamente, ao seu ato de bondade.
Já pensou ser o próprio carinho? De repente uma saudade de si mesmo bate em seu coração, o vazio se faz presente, vêm as lembranças e a vontade de receber um pouco de carinho, sentir uma mão carinhosamente acariciando seu corpo, passando suavemente em sua cabeça, bem devagar, envolvente. Um carinho que se transforma na magia de fazer o sono aparecer, a batida do coração pausar. A presença da segurança nos faz criança e nos leva para o infinito, que nos traz de volta ao real amor altruísta.
A energia do carinho que você dá é a mesma que recebe. Devemos colocá-la no falar, no olhar, no prazer do que estamos fazendo no momento presente. Carinho é paz, alegria, amor para toda a vida.
Não ofereça carinho, dê carinho. Cada um recebe de acordo com o que dá. Se você der ódio e indiferença, há de recebê-los de volta. Mas se der atenção e carinho, receberá afeto e amor. Segundo Machado de Assis:"As feridas da alma são curadas com carinho, atenção e paz."
A carência de carinho é enorme, e não escolhe pessoas nem idades. Estamos cada vez mais precisando de um afago. Às vezes recusamos o carinho por que confundimos o verdadeiro amor altruísta com o amor-desejo, o amor-paixão, que não tem nada a ver com o amor-carinho.
Estamos vivendo num momento em que o carinho é a vacina necessária para eliminar terríveis doenças como a solidão, a falta de atenção e a depressão. Porém, as pessoas esquecem que esse tipo de carência não está relacionada apenas em receber, mas em dar carinho também. Quem tem a prática de dar não reclama a sua falta.
Neste mundo carente, fica em nosso íntimo um grande espaço vazio. Uma voz interna grita em nossos corações e vem ecoando, fazendo doer na alma. E tudo o que realmente nos faria sentir melhor seria “apenas” um pouco de carinho. A carência é tão grande, a sensação de solidão é tão forte, que mesmo rodeado de pessoas estamos sós, sempre a procura de uma remota possibilidade de conseguir um pouco de aconchego.
Na verdade, a humanidade, como um todo, está desesperadamente em busca de afeto, de atenção, de carinho. A juventude de hoje, que vive numa agitação desenfreada, esquece da importância que tem um momento de carinho na vida de uma pessoa. Ela não sabe o significado do amor altruísta.
Ainda me lembro do colo das minhas falecidas avós, onde eu deitava para receber um simples cafuné. Que tal um abraço que encosta os dois corações, de uma simples e suave passagem de mãos no rosto, do desejo de ver o próximo feliz. Quando tocamos alguém, carinhosamente, estamos despertando suas células para combater qualquer doença. Um gesto de carinho é simplesmente uma doação. Doamos alento, esperança, humildade, compaixão e amor altruísta.
Quem sabe você não seja a solução. Portanto, se quer transformar a sua vida e ter uma aura admirada e cheia de luz, torne-se o próprio amor, o próprio carinho, a própria carícia. Viva em função da capacidade de dar carinho e surpreenda-se com o resultado. Se o seu gesto for sincero, nunca será rejeitado.
Sugiro que, a partir de hoje, você comece a se tornar uma pessoa carinhosa no jeito de falar, no jeito de ouvir, no jeito de chegar e de sair. Procure falar somente coisas que gostaria de ouvir, ou falar da maneira que gostaria que falassem com você. É certo que muitos vão achar estranho, pois podem não estar acostumados a serem tratados com atenção e respeito, mas logo se renderão, também carinhosamente, ao seu ato de bondade.
Já pensou ser o próprio carinho? De repente uma saudade de si mesmo bate em seu coração, o vazio se faz presente, vêm as lembranças e a vontade de receber um pouco de carinho, sentir uma mão carinhosamente acariciando seu corpo, passando suavemente em sua cabeça, bem devagar, envolvente. Um carinho que se transforma na magia de fazer o sono aparecer, a batida do coração pausar. A presença da segurança nos faz criança e nos leva para o infinito, que nos traz de volta ao real amor altruísta.
A energia do carinho que você dá é a mesma que recebe. Devemos colocá-la no falar, no olhar, no prazer do que estamos fazendo no momento presente. Carinho é paz, alegria, amor para toda a vida.
Não ofereça carinho, dê carinho. Cada um recebe de acordo com o que dá. Se você der ódio e indiferença, há de recebê-los de volta. Mas se der atenção e carinho, receberá afeto e amor. Segundo Machado de Assis:"As feridas da alma são curadas com carinho, atenção e paz."
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Papel ao vento
"Um senhor, há muito tempo, tanto falou que seu vizinho era ladrão que o rapaz acabou preso! Dias depois, descobriram que era inocente.
O rapaz foi solto, e processou o homem.
No tribunal, o velho diz ao juiz:
- Comentários não causam tanto mal.
E o juiz responde:
- Escreva os comentários num papel, depois pique e jogue os pedaços no caminho de casa. Amanhã, volte para ouvir a sentença. O senhor obedeceu e voltou no dia seguinte.
- Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem - disse o juiz. Responde o velho:
- Não posso fazer isso. O vento deve tê-los espalhado, já não sei onde estão. Responde o juiz:
- Da mesma maneira, um simples comentário pode destruir a honra de um homem, a ponto de não podermos consertar o mal. Se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada.
Sejamos donos de nossa boca para não sermos escravos de nossas palavras."
Autor desconhecido.
O rapaz foi solto, e processou o homem.
No tribunal, o velho diz ao juiz:
- Comentários não causam tanto mal.
E o juiz responde:
- Escreva os comentários num papel, depois pique e jogue os pedaços no caminho de casa. Amanhã, volte para ouvir a sentença. O senhor obedeceu e voltou no dia seguinte.
- Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem - disse o juiz. Responde o velho:
- Não posso fazer isso. O vento deve tê-los espalhado, já não sei onde estão. Responde o juiz:
- Da mesma maneira, um simples comentário pode destruir a honra de um homem, a ponto de não podermos consertar o mal. Se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada.
Sejamos donos de nossa boca para não sermos escravos de nossas palavras."
Autor desconhecido.
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
"Benditos os que conseguem se deixar em paz. Os que não se cobram por não terem cumprido suas resoluções, que não se culpam por terem falhado, não se torturam por terem sido contraditórios, não se punem por não terem sido perfeitos. Apenas fazem o melhor que podem."
- Martha Medeiros-
- Martha Medeiros-
terça-feira, 20 de agosto de 2013
PONTES OU CERCAS?
Dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito. Foi a primeira grande desavença em toda uma vida de trabalho lado a lado.
Mas agora tudo havia mudado. O que começou com um pequeno mal entendido,
finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio.
Numa manhã, o irmão mais velho ouviu baterem à sua porta.
"Estou procurando trabalho. Sou carpinteiro. Talvez você tenha algum serviço para mim."
"Sim, disse o fazendeiro. Claro! Vê aquela fazenda ali, além do riacho? É do meu vizinho. Na realidade do meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo. Vê aquela pilha de madeira ali no celeiro? Pois use para construir uma cerca bem alta."
"Acho que entendo a situação, disse o carpinteiro. Mostre-me onde estão a pá e os pregos."
O irmão mais velho entregou o material e foi para a cidade.
O homem ficou ali cortando, medindo, trabalhando o dia inteiro.
Quando o fazendeiro chegou, não acreditou no que viu: em vez de cerca, uma ponte foi construída ali, ligando as duas margens do riacho. Era um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido e falou:
"Você foi atrevido construindo essa ponte depois de tudo que lhe contei."
Mas as surpresas não pararam ai. Ao olhar novamente para a ponte viu o seu irmão se aproximando de braços abertos. Por um instante permaneceu imóvel do seu lado do rio.
O irmão mais novo então falou:
"Você realmente foi muito amigo construindo esta ponte mesmo depois do que eu lhe disse."
De repente, num só impulso, o irmão mais velho correu na direção do outro e abraçaram-se, chorando no meio da ponte.
O carpinteiro que fez o trabalho, começou a fechar a sua caixa de ferramentas.
"Espere, fique conosco! Tenho outros trabalhos para você."
E o carpinteiro respondeu:
"Eu adoraria, mas tenho outras pontes a construir..."
Já pensou como as coisas seriam mais fáceis se parássemos de construir cercas e muros e passássemos a construir pontes com nossos familiares, amigos, colegas do trabalho e principalmente nossos inimigos...
Muitas vezes desistimos de quem amamos por causa de magoas e mal entendidos.
Vamos deixar isso de lado, ninguém é perfeito, mas alguém tem que dar o primeiro passo.
Construa pontes ao seu redor!
"O manejar da vela não consiste em que se deixe o barco, simplesmente, ser impulsionado pelo vento; a arte do marinheiro que tripula o barco veleiro consiste, pelo contrário, em saber utilizar a força do vento fazendo que oriente o barco em uma determinada direção, em saber inclusive, muitas vezes, navegar contra o vento"
Viktor Emil Frankl
Dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito. Foi a primeira grande desavença em toda uma vida de trabalho lado a lado.
Mas agora tudo havia mudado. O que começou com um pequeno mal entendido,
finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio.
Numa manhã, o irmão mais velho ouviu baterem à sua porta.
"Estou procurando trabalho. Sou carpinteiro. Talvez você tenha algum serviço para mim."
"Sim, disse o fazendeiro. Claro! Vê aquela fazenda ali, além do riacho? É do meu vizinho. Na realidade do meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo. Vê aquela pilha de madeira ali no celeiro? Pois use para construir uma cerca bem alta."
"Acho que entendo a situação, disse o carpinteiro. Mostre-me onde estão a pá e os pregos."
O irmão mais velho entregou o material e foi para a cidade.
O homem ficou ali cortando, medindo, trabalhando o dia inteiro.
Quando o fazendeiro chegou, não acreditou no que viu: em vez de cerca, uma ponte foi construída ali, ligando as duas margens do riacho. Era um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido e falou:
"Você foi atrevido construindo essa ponte depois de tudo que lhe contei."
Mas as surpresas não pararam ai. Ao olhar novamente para a ponte viu o seu irmão se aproximando de braços abertos. Por um instante permaneceu imóvel do seu lado do rio.
O irmão mais novo então falou:
"Você realmente foi muito amigo construindo esta ponte mesmo depois do que eu lhe disse."
De repente, num só impulso, o irmão mais velho correu na direção do outro e abraçaram-se, chorando no meio da ponte.
O carpinteiro que fez o trabalho, começou a fechar a sua caixa de ferramentas.
"Espere, fique conosco! Tenho outros trabalhos para você."
E o carpinteiro respondeu:
"Eu adoraria, mas tenho outras pontes a construir..."
Já pensou como as coisas seriam mais fáceis se parássemos de construir cercas e muros e passássemos a construir pontes com nossos familiares, amigos, colegas do trabalho e principalmente nossos inimigos...
Muitas vezes desistimos de quem amamos por causa de magoas e mal entendidos.
Vamos deixar isso de lado, ninguém é perfeito, mas alguém tem que dar o primeiro passo.
Construa pontes ao seu redor!
"O manejar da vela não consiste em que se deixe o barco, simplesmente, ser impulsionado pelo vento; a arte do marinheiro que tripula o barco veleiro consiste, pelo contrário, em saber utilizar a força do vento fazendo que oriente o barco em uma determinada direção, em saber inclusive, muitas vezes, navegar contra o vento"
Viktor Emil Frankl
"Não vim a este mundo para competir com ninguém. Quem quer competir comigo perde seu tempo. Estou nesse mundo para competir comigo mesmo. Ultrapassar meus limites, vencer meus medos, lutar contra os meus defeitos, superar dificuldades, correr em busca dos meus objetivos....
E tudo isso já me ocupa bastante tempo."
E tudo isso já me ocupa bastante tempo."
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
"É fácil amar o outro na mesa de bar, quando o papo é leve, o riso é farto, e o chope é gelado. É fácil amar o outro nas férias de verão, no churrasco de domingo, nas festas agendadas no calendário do de vez em quando.Difícil é amar quando o outro desaba. Quando não acredita em mais nada. E entende tudo errado. E paralisa. E se vitimiza. E perde o charme. O prazo. A identidade. A coerência. O rebolado.Difícil amar quando o outro fica cada vez mais diferente do que habitualmente ele se mostra ou mais parecido com alguém que não aceitamos que ele esteja.
Difícil é permanecer ao seu lado quando parece que todos já foram embora. Quando as cortinas se abrem e ele não vê mais ninguém na plateia. Quando o seu pedido de ajuda, verbalizado ou não, exige que a gente saia do nosso egoísmo, do nosso sossego, da nossa rigidez, do nosso faz-de-conta, para caminhar humanamente ao seu encontro.Difícil é amar quem não está se amando.Mas esse talvez seja, sim, o tempo em que o outro mais precisa se sentir amado. Eu não acredito na existência de botões, alavancas, recursos afins, que façam as dores mais abissais desaparecerem, nos tempos mais devastadores, por pura mágica. Mas eu acredito na fé, na vontade essencial de transformação, no gesto aliado à vontade, e, especialmente, no amor que recebemos, nas temporadas difíceis, de quem não desiste da gente."
Autor Desc.
Difícil é permanecer ao seu lado quando parece que todos já foram embora. Quando as cortinas se abrem e ele não vê mais ninguém na plateia. Quando o seu pedido de ajuda, verbalizado ou não, exige que a gente saia do nosso egoísmo, do nosso sossego, da nossa rigidez, do nosso faz-de-conta, para caminhar humanamente ao seu encontro.Difícil é amar quem não está se amando.Mas esse talvez seja, sim, o tempo em que o outro mais precisa se sentir amado. Eu não acredito na existência de botões, alavancas, recursos afins, que façam as dores mais abissais desaparecerem, nos tempos mais devastadores, por pura mágica. Mas eu acredito na fé, na vontade essencial de transformação, no gesto aliado à vontade, e, especialmente, no amor que recebemos, nas temporadas difíceis, de quem não desiste da gente."
Autor Desc.
“Quando somos crianças, somos um pouco de cada coisa. Artista, cientista, atleta, erudito. Às vezes parece que crescer é desistir destas coisas, uma a uma. Todos nos arrependemos por coisas das quais desistimos. Algo de que sentimos falta. De que desistimos por sermos muito preguiçosos, ou por não conseguirmos nos sobressair, ou por termos medo”. (Kevin Arnold no episódio “Coda” de Anos Incríveis)
*Sonhar como criança buscando a sabedoria de um ancião...esse é o caminho...sempre é tempo!
Esconder é fácil, difícil é deixar de sentir. O tempo ameniza, mas não cura. A novidade preenche, mas não substitui.
- Martha Medeiros-
- Martha Medeiros-
Como funciona o mundo corporativo.
" Todos os dias,uma formiga chegava cedinho ao escritório e pegava duro no trabalho.
A formiga era produtiva e feliz.
O diretor marimbondo
estranhou a formiga trabalhar sem supervisão.
Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada.
E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.
A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga.
Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.
O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões.
A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com impressora colorida. Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela
movimentação de papéis e reuniões!
O marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava.
O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial..
A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente a pulga (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada.
A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer um estudo de clima.
Mas, o marimbondo, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia .
como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía : Há muita gente nesta empresa!!
E adivinha quem o marimbondo mandou demitir?
A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida!"
A formiga era produtiva e feliz.
O diretor marimbondo
estranhou a formiga trabalhar sem supervisão.
Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada.
E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.
A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga.
Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.
O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões.
A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com impressora colorida. Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela
movimentação de papéis e reuniões!
O marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava.
O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial..
A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente a pulga (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada.
A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer um estudo de clima.
Mas, o marimbondo, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia .
como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía : Há muita gente nesta empresa!!
E adivinha quem o marimbondo mandou demitir?
A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida!"
Assinar:
Postagens (Atom)












